- Conceito
- Sistema que executa tarefas em etapas com algum grau de autonomia: recebe um objetivo, decide os passos, aciona ferramentas, avalia o resultado de cada passo e prossegue — sem que cada movimento seja pedido pelo usuário.
- No trabalho jurídico
- A diferença em relação à conversa não é de potência, é de natureza. Na conversa, você vê cada resposta antes da seguinte; com um agente, você vê o resultado depois de a sequência ter corrido. O que era erro visível de resposta passa a ser erro consumado de ação — e isso desloca a supervisão do produto para o desenho do fluxo.
- Não confundir com
- automação. A automação repete passos fixos que alguém definiu; o agente escolhe os passos. Previsibilidade e flexibilidade trocam de lugar.
- O que decidir
- Antes do primeiro uso: o que ele pode ler, o que pode escrever, o que não pode fazer sozinho e onde para para pedir aprovação.
- Exemplo
- Agente que recebe duas versões de uma peça e devolve quadro com alterações de linguagem, mudanças de conteúdo e possível impacto sobre a tese — lendo os arquivos, comparando e formatando a saída, em etapas próprias.